SETEMBRO
 
OUTUBRO
 
NOVEMBRO
 
DEZEMBRO
Turma 1: às 2f, 4f e 6f a partir de 13 de Setembro de 2010: Horário 19h-22h(aproximadamente 3 meses: 60h teórico-práticas + 70h de estágio)
Turma 2: : às 2f, 4f e 6f a partir de 11 de Outubro de 2010: Horário 10h-13h e das 14h-17h (aproximadamente 2 meses: 60h teórico-práticas + 70h de estágio)
60h teórico/práticas
70h de estágio

Objectivo Geral:
No desfecho da formação, os formandos deverão estar habilitados com competências e conhecimentos que lhes permitam compreender melhor todo o processo de envelhecimento assim como as doenças inerentes ao mesmo para poderem exercer de forma profissional.

Objectivos Específicos:
-Conhecer e aplicar os cuidados especiais que os idosos requerem;
-Promover um envelhecimento activo;
-Adequar os cuidados prestados às necessidades dos idosos;
-Desenvolver actividades que promovam a autonomia dos idosos;
-Actuar em situações de emergência;
-Adaptar-se a diferentes situações e contextos de trabalho;
-Trabalhar em equipa e cooperar para alcançar objectivos comuns;
-Zelar pelo bem-estar do idoso, pelo cumprimento das prescrições de saúde, dos cuidados de higiene e da realização de actividades de animação/ocupação do idoso.

  1. Introdução ao Conceito em Portugal
1.1. O modelo de Geriatria e Gerontologia em Portugal;
1.2. Evolução de Necessidades e Cuidados a Pessoas Idosasem Portugal;

2. Abordagem Conceptual: Respostas Sociais na Velhice;
2.1 Residências Geriátricas, Lares, Centros de Dia,
2.2 Centros de Noite, Centros de Convívio, Serviços de Apoio Domiciliário, 2.3 Famílias de Acolhimento, Unidades de Cuidados Continuados

3. Acompanhamento e Animação de Idosos
3.1 Velhice: Ciclo vital e aspectos sociais
3.2 Psicologia da velhice
3.3 Deontologia e ética profissional
3.4 Animação: Conceitos, princípios e técnicas
3.5 Animação e adequação de actividades a diferentes patologias
3.6 Planeamento das Actividades Sócio-Culturais

4. Apoio Domiciliário a Idosos
4.1 Saúde do idoso: Prevenção dos problemas
4.2 Actividades da vida diária: Acompanhamento de idosos no domicílio
4.3 Preparação para a Morte: O LUTO

5. Acompanhamento de Idosos em Residências/Lares e Centros de Dia, Centros de Noite
5.1 Saúde: As necessidades individuais em contexto institucional
5.2 Práticas profissionais de Geriatria: Boas Práticas do Cuidador

6. Apoio a Idosos em Instituições
6.1 Saúde, Segurança e Higiene do Idoso
6.2 Novas Formas de Comunicação c/ o Idoso: Relação: Utente – Colaborador
6.3 Sexologia do Idoso
6.4 Sensibilização Ambiental para doentes de Alzheimer
6.5 Conceitos de Técnicas e estratégias que permitem melhorar a comunicação com a pessoa idosa, nomeadamente: Terapia de Orientação à Realidade, Terapia da Validação, Terapia da Reminiscência e Terapia da Remotivação.

7. Saúde no Idoso
7.1 Demências
7.2 Sistema Nervoso
7.3 Sistema Endócrino
7.4 Principais patologias Geriátricas

8. Actividades da Vida Diária:
8.1 AVD's - higiene, preparação do cuidador, banho na cama, banho na casa de banho, mudar a roupa da cama, vestir e despir, mobilidade, da cama para a cadeira, virar o doente na cama, alimentação, conselhos gerais, refeições, higiene oral, eliminação, comunicação, adaptação da casa e ajudas técnicas, sair com um doente, conclusões finais.

9. Aulas Práticas de Capacitação Profissional

Dr.ª Sofia Campos
- Licenciada em Gerontologia pela Escola Superior de Saúde de Bragança
- Formação Avançada em Gerontologia Social

Todos aqueles que trabalhem com idosos e queiram adquirir mais conhecimento ou aperfeiçoar as suas práticas e/ou os que desejam vir a trabalhar na área.

Av. João de Deus, 64 І 4445-474 Ermesinde

A 5 minutos da Santa Rita/McDonal’s de Ermesinde
A 5 minutos do Apeadeiro de Águas-Santas/Palmilheira - CP
A 5 minutos do Cruzamento do Alto da Maia
Em frente à REN de Águas-Santas
Paragens de Autocarro à porta: RESENDE e STCP - paragem da Palmilheira

350€

- Certificado de formação profissional, segundo o Decreto Regulamentar nº.35/2002 (DR 95, I-B Série de 23 de Abril de 2002, Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social), para as pessoas que completem o curso, com aproveitamento após avaliação.
- Certificado de frequência de formação profissional, segundo o Decreto Regulamentar nº.35/2002 (DR 95, I-B Série de 23 de Abril de 2002, Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social), para os cursos, acções de formação, módulos ou seminários que não contemplem qualquer tipo de avaliação.
 
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